Os portugueses não aproveitam a cobertura de Internet, uma vez que o país oferece possibilidades de ligação acima da média europeia, mas os utilizadores estão entre os europeus que menos se ligam na rede, segundo um estudo da Comissão Europeia.
O relatório de 2009 sobre a competitividade digital mostra que o sector digital europeu fez «fortes progressos» desde 2005, com 56 por cento dos europeus a utilizarem regularmente a Internet em 2008.
Em Portugal, apenas 38 por cento utilizam a Internet regularmente (pelo menos uma vez por semana), o que coloca o país em vigésimo segundo lugar entre os 27 Estados-membros. Apenas 29 por cento dos portugueses usam a Internet todos os dias, numa média europeia de 43 por cento.
«Portugal é um dos países com a taxa mais baixa de utilizadores regulares e frequentes e tem uma quota elevada de população que nunca utilizou a Internet (54 por cento)».
O Firefox chegou ontem aos mil milhões de downloads. A informação é avançada por um perfil (não oficial) no Twitter dedicado à contagem: o FirefoxCounter.
A página no Twitter não pertence à Mozilla, mas dedica-se a cruzar os números dos downloads das diferentes versões do browser.
No site Spread Firefox a própria empresa oferecia uma caixa para que os utilizadores pudessem acompanhar a contagem, esperando atingir a marca dos mil milhões de carregamentos algures durante o final desta semana.
A Mozilla está a preparar um site para comemorar a marca, que ainda não se encontrava disponível à data da notícia.
De acordo com a informação veiculada pela Mozilla, o Firefox chegou a atingir os 22,5 downloads por segundo.
A mais recente versão do browser da raposa, o Firefox 3.5, foi lançada em Junho e o acolhimento tem sido significativo. Poucos dias após a estreia, a companhia lançou a iniciativa Download Day. O objectivo era atingir o maior número de downloads de sempre num único dia para um único produto de software. A versão 3.5 foi descarregada mais de 8 milhões de vezes em 24 horas.
O Firefox tem actualmente uma quota de 22,5 por cento no mercado mundial de browsers, de acordo com os dados da NetApplications.
A Statcounter atribuía-lhe uma participação de 27,6 por cento, no início de Julho (que ainda não abrangia o 3.5), com o Internet Explorer na liderança com 60 por cento, mas a perder terreno relativamente a contagens anteriores.
Na Europa, o Firefox 3.0 liderou o mercado em Abril, destronando o Internet Explorer 7, até então detentor do título.
Num projecto inovador, o YouTube lança agora vídeos a 3 dimensões (3D), podendo ser vistos com os tradicionais óculos.
Para que os utilizadores possam criar os seus próprios vídeos a 3D, o YouTube lançou também um tutorial com instruções, numa tentativa de mostrar as potencialidades desta novidade.Os melhores trabalhos poderão ser incluídos num especial dedicado ao 3D, noticia o «20 minutos».Os vídeos podem ser vistos de diversas formas, incluindo o modo tradicional ou no espelho.
É, no entanto, necessário paciência para gravar vídeos em 3D, exigindo duas câmaras e métodos de trabalho de edição.
O Windows 7 ainda não chegou ás lojas para venda, e já foi crackado.
De acordo com o site Slashgear, o sistema de licenciamento para o Windows 7 já foi crackado, usando uma cópia disponibilizada ilegalmente na Internet de um DVD da Lenovo.
Aparentemente, a falha explorada pelos hackers é suficiente para contornar o sistema de activação Windows Genuine Advantage (WGA) da Microsoft, o que significa que qualquer um com conhecimentos técnicos pode obter uma cópia ilegal do Windows 7 e “activá-la”.
Esta não é a primeira vez que a Microsoft enfrenta um problema destes, já que o mesmo aconteceu com o Windows Vista. A técnica reside em extrair chaves de certificados assinados digitalmente e combiná-las com chaves de OEMs, o que permite criar um número ilimitado de activações. Aliás, este modelo é usado pelos grandes fabricantes, de modo a poderem activar milhares de máquinas sem grandes dificuldades.
Nove em cada dez utilizadores de Windows estão vulneráveis a falhas no programa multimédia Flash Player, da norte-americana Adobe Systems.
As versões 9.0.159.0 e 10.0.22.87 do Flash expõem os cibernautas a ataques. Segundo os especialistas, o problema foi detectado há sete meses e atinge os utilizadores dos sistemas operacionais Windows, Mac OS e Linux . Uma correcção deve ser divulgada na quinta-feira.
De acordo com a empresa de segurança dinamarquesa Secunia, 92% dos 900 mil utilizadores do Windows que usaram o seu programa Personal Software Inspector (PSI) recentemente usam o aplicativo Flash Player 10 nos seus PCs, enquanto 31% têm o Flash Player 9 instalado. O total vai além de 100% porque alguns utilizadores têm ambos instalados no seu equipamento.
O bug estende-se ao componente «authplay.dll», dos softwares Adobe Reader e Acrobat que têm a função de intérprete entre conteúdos em Flash embutidos em arquivos no formato PDF.
Até à correcção que deve ser apresentada esta semana, a Adobe diz que os utilizadores podem apagar ou renomear o componente «authplay.dll», ou então inactivar a renderização do Flash para evitar ataques com arquivos em PDF corrompidos.