Foi detectada uma falha crítica relacionada com JavaScript na versão mais recente do Firefox que, a ser explorada, permite correr código malicioso na máquina da vítima.
O código que explora a vulnerabilidade no Firefox 3.5 foi disponibilizado online pela Secunia e, por enquanto, não há qualquer notificação de ataque com base na falha, escreve a PC World.
Os utilizadores do Firefox que ainda não actualizaram o browser para a nova versão não estão expostos à vulnerabilidade.
O Firefox 3.5 terá seu primeiro pacote de correcções publicado dentro de alguns dias, segundo o prometido pela Mozilla em finais de Junho, conjunto que deverá incluir a solução para a vulnerabilidade agora encontrada.
Deixo-vos em baixo umas dicas para desactivar o motor Javascript presente no browser, para se manterem a salvo da falha de segurança.
Para desactivar o motor Javascript têm de fazer o seguinte:
1º Na barra de endereços escreva : about:config
2º Depois na caixa de pesquisa procure por jit
3º Na linha que contem as definições referentes a javascript.options.jit.content passe o valor a false.
Se não quiserem fazer estes passos todos podem sempre executar o browser em modo de segurança.
Bill Gates anunciou que vai ser possível controlar os programas dentro do Windows utilizando apenas gestos.
O projecto Natal, demonstrado para a Xbox na feira de jogos E3, vai chegar aos PC com Windows. Foi o próprio Bill Gates que o afirmou numa entrevista à Cnet.
A tecnologia Natal recorre a imagens capturadas por uma ou mais câmaras para reconhecer a posição e os gestos do utilizador. Este sistema, que já foi demonstrado em jogos para a Xbox, tem, segundo Gates, o potencial para melhorar a experiência na «reprodução de conteúdos multimédia e para interacção em reuniões e comunicações».
O fundador da Microsoft acredita que a utilização do corpo para controlar directamente os dispositivos faz todo o sentido, quer seja para «gerir filmes, música e sistemas domésticos», como no escritório, onde Gates acredita que esta tecnologia tem um «valor incrível».
Ao mesmo tempo que for lançada a versão tradicional, vão ser distribuídas gratuitamente na Web, as aplicações Word, Excel e PowerPoint.
Com a nova modalidade de comercialização das aplicações Office, a Microsoft pretende reagir ao serviço Google Docs, que tem vindo a distribuir ferramentas através da Web, noticia a Reuters.
A Microsoft deverá lançar um versão beta do Office 2010 até ao final do ano. No primeiro semestre de 2010, deverá sair a versão definitiva.
Enquanto não chega a hora do duplo lançamento (em CD para instalação e na versão abseada na Internet), Microsoft já começou a enviar convites aos participantes da Worldwide Partner Conference, que está decorrer em Nova Orleães, para aceder à versão de antevisão do Office 2010.
Em Maio, a Microsoft já tinha distribuído a versão de preview no evento de tecnologias que dá pelo nome de TechEd. Agora não só estende a versão de antevisão aos participantes da WorldWide Partner Conference como também cria a hipótese de alguns utilizadores se candidatem a receber o novo Office 2010 através de anúncios colocados na Internet.
A preview que está agora a ser distribuída não deverá contar com uma das principais novidades previstas para a versão definitiva – nada mais nada menos que o acesso às aplicações Word, Excel, PowerPoint e One Note através de um browser que permite seguir a lógica dos serviços baseados na Web, informa a Cnet.
Entre as novidades do Outlook 2010, encontra-se a possibilidade de escolher entre versões de 32 bits e 64 bits, funcionalidades de gráficos para a células da Excel, e ferramentas de vídeo para o PowerPoint.
Alertas de segurança para e-mails suspeitos e efeitos de imagem para o Word são outras das funcionalidades disponibilizadas.
A Microsoft deverá lançar um versão beta do Office 2010 até ao final do ano. No primeiro semestre de 2010, deverá sair a versão definitiva.
A companhia prevê comercializar três modalidades do Office 2010: Home and Student;Home and Business; e Professional.
Numa altura que se fala tanto em crise económica, parece que ainda não afectou muito a internet.
No final do primeiro trimestre deste ano a Internet somava mais de 183 milhões de nomes de domínio de topo (Top Level Domains), nas contas da VeriSign.
Os valores revelam um crescimento de três por cento relativamente aos três meses anteriores e um aumento de 12 por cento, quando comparados ao período homólogo do ano passado.
Entre Janeiro e Março de 2009 verificaram-se uma média de 2,4 milhões de novos registos ".com" e ".net" por mês. A base total de nomes destes domínios cresceu para 92,4 milhões, num aumento de dois por cento em relação ao quarto trimestre de 2008 e num salto de nove por cento face ao mesmo trimestre do ano anterior.
Os domínios de primeiro nível com código de país (ccTLDs) eram cerca de 74,1 milhões no período analisado, quatro por cento acima do verificado no último trimestre de 2008 e 18 por cento a mais face há um ano atrás.
De acordo com a análise da VeriSign, o ".com" permanece como o TLD mais popular, seguido por ".cn" (China), ".de" (Alemanha) e ".net", um ranking inalterado desde o quarto trimestre de 2008.
O Google está a desenvolver um sistema operativo para computadores pessoais, num claro desafio directo ao líder de mercado, o Windows, desenvolvido pela Microsoft.
O Google Chrome OS (operating system) será desenvolvido, numa primeira fase, para netbooks e computadores portáteis, mais baratos e com menos recursos que os laptops.
Os equipamentos equipados com o Google Chrome OS devem estar no mercado em meados de 2010. A ideia é, no futuro, usar o sistema operativo também em PCs.
«Rapidez, simplicidade e segurança são os aspectos chave do Google Chrome OS», anunciou a empresa no seu blog oficial. Segundo o Google, o sistema operativo será uma «extensão natural» do Chrome.
O novo sistema operativo será um software de código aberto («open source»). Para a Microsoft, a notícia surge poucos meses antes do lançamento da nova versão do seu sistema, o Windows 7.